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Excelsa Loja de Perfeição Theófilo Rassier

Notícias

 

24/07/2018

Decreto 03/2018 SGM

Placet de Exaltação, CIM.: 1.345

 

21/06/2018

Decreto 02/2018 SGM

Placet de Iniciação, CIM.: 1.351 e 1.352

 

16/01/2018

Decreto 01/2018 SGM

Placet Ex-Oficio, CIM.: 1.341

 

26/08/2017

Decreto 15/2017 SGM

Placet de Exaltação, CIM.: 1.343

 

29/07/2017

Decreto 14/2017 SGM

Placet de Iniciação, CIM.: 1.349

 

15/07/2017

Decreto 13/2017 SGM       

Placet de Exaltação, CIM.: 1.344

 

18/04/2017

Decreto 12/2017 SGM

Título de Membro Honorário / Suiça.

Os Landmarks de Albert Gallatin Mackey.

 
 

1º - Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e inquestionáveis de todos os LANDMARKS. Não admitem mudança de qualquer espécie, pois, sempre que isso se deu, funestas conseqüências vieram demonstrar o erro cometido. 

 

2º - A divisão da Maç.∙. Simb.∙. em três Graus é um LANDMARK que, mais do que nenhum, tem sido preservado de alterações, apesar dos esforços feitos pelo daninho espírito inovador. Certa falta de uniformidade sobre o ensinamento final da Ordem, no grau de Mestre, foi motivada por não ser o terceiro grau considerado como finalidade; daí o Real Arco e os Altos Graus variarem no modo de conduzirem o neófito à grande finalidade da Maçonaria Simbólica. Em 1813, a Grande Loja da Inglaterra reivindicou este antigo Landmark, decretando que a antiga Instituição Maçônica consistia nos três primeiros graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre, incluindo o Santo Arco Real.

 

3º - Lenda do Terceiro Grau é um LANDMARK importante, cuja integridade tem sido respeitada. Nenhum Rito existe na Maçonaria, em qualquer país ou em qualquer idioma, em que não sejam expostos os elementos essenciais dessa Lenda.

 

4º - O governo da Fraternidade por um Oficial que a preside, denominado Grão Mestre, eleito pelo povo maçônico, é o quanto LANDMARK da Ordem. Muitas pessoas ignorantes supõem que a eleição do Grão Mestre se pratica em virtude de ser estabelecida em lei ou regulamento da Potência. Nos anais da Instituição se encontram, porem, Grão Mestres, muito antes de existirem as Potências (Grande Lojas), e se o atual sistema de Governo Legislativo adotado fosse abolido, sempre seria preciso a existência de um Grão Mestre.

 

5º - A prerrogativa do Grão Mestre de presidir a todas as reuniões maçônicas realizadas onde e quando se fizerem é o quinto LANDMARK.

É em virtude desta lei, derivada de antiga usança, e não de qualquer decreto especial, que o Grão Mestre ocupa o trono, em todas as sessões de qualquer Loja subordinada, quando se ache presente.

 

6º - A prerrogativa do Grão Mestre de conceder licença para conferir graus em tempos anormais é outro importantíssimo LANDMARK. Os estatutos maçônicos exigem um mês, ou mais, para o tempo em que deva transcorrer entre a proposta e a recepção de um candidato. O Grão Mestre, porém, tem o direito de permitir a Iniciação imediata do candidato.

 

7º - A prerrogativa que tem o Grão Mestre de autorização para fundar e manter Lojas é outro importante LANDMARK. Em virtude dele, pode o Grão Mestre conceder, a número suficiente de Mestres Maçons, o privilégio de se reunirem e conferirem graus.

As Lojas assim Constituídas chamam-se “Lojas Licenciadas”. Criadas pelo Grão Mestre, só existem enquanto ele não resolve o contrário, podendo ser dissolvida por ato seu. Podem viver um dia, um mês ou seis meses. Qualquer, porém, que seja o tempo de sua existência, devem-na, exclusivamente, á graça do Grão Mestre.

 

8º - A prerrogativa do Grão Mestre de formar Maçons, por sua deliberação, é outro importante LANDMARK, que carece ser explicado, controvertida como tem sido a sua existência. O verdadeiro e único modo de exercer essa prerrogativa é o seguinte: o Grão Mestre convoca em seu auxílio seis mestres Maçons, pelo menos; forma uma Loja e, sem nenhuma prova prévia, confere graus aos candidatos; findo isso, dissolve a Loja e despede os Irmãos. As Lojas convocadas por esse modo são chamadas “Lojas Ocasionais” ou de “Emergência”.

 

9º - Outro LANDMARK é o que afirma a necessidade de os Maçons se congregarem em Lojas. Sempre se prescreveu que os Maçons deviam congregar-se com o fim de se entregarem a tarefas operativa e que a essas reuniões fosse dado o nome de “Loja”. Antigamente , eram essas reuniões e extemporâneas, convocadas para assuntos especiais e, logo dissolvidas, separando-se os Irmãos para de novo, se reunião em outros pontos e em outras épocas, conforme as necessidades e as circunstâncias exigissem, Cartas Constitutivas, Regulamentos internos de Lojas e Oficinas permanentes e contribuições anuais, são inovações puramente moderna, de um período relativamente recente.

 

10º - O governo da Fraternidade, quando congregado em Lojas, por um Venerável e dois Vigilantes é também um LANDMARK.  A presença de um Venerável e dois Vigilantes é tão essencial que, no dia da congregação, é considerada como uma Carta Constitutiva.

 

11º- A necessidade de estar uma Loja “a coberto” quando reunida é um importante LANDMARK, que não deve ser descurado. O cargo de Guarda do Templo que vela para que o lugar das reuniões esteja absolutamente vedado à intromissão de profanos, independe, em absoluto, de qualquer lei de Grande Loja ou de Lojas subordinadas.

 

12º- O direito representativo de cada Irmão nas reuniões gerais é um importante LANDMARK. Nas reuniões gerais, outrora chamadas de Assembléias Gerais, todos os Irmãos, mesmo os simples Aprendizes, tinham o direito de tomar parte. Na Grande Loja só tem direito de assistência os Veneráveis e os Vigilantes, na qualidade de representantes de todos os Irmãos da Loja. Antigamente cada Ir.∙.  se representava por si mesmo, hoje são representados por seus Oficiais.

 

13- O direito de recurso de cada Maçom das decisões de seus Irmãos, em Loja, para a Grande Loja ou Assembléia Geral dos IIr.∙. é um LANDMARK essencial para a preservação da Justiça e para prevenir a opressão.

 

14- O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em qualquer Loja é um inquestionável LANDMARK da Ordem. É o consagrado direito de visitar, que sempre foi reconhecido como um direito inerente que todo Irmão exerce, quando viaja pelo Universo. É a consequencia de encarar as Lojas como meras divisões por conveniência da Família Maçônica Universal.

 

15- Nenhum visitante, desconhecido dos Irmãos de uma Loja, pode ser admitido à visita, sem que, antes de tudo, seja examinado, conforme os antigos costumes. Esse exame só pode ser dispensado se o Maçom for conhecido de algum Irmão do Quadro que por ele se responsabilize.

 

16- Nenhuma Loja pode intrometer-se em assuntos que digam respeito a outras, nem conferir graus a Irmãos de outros Quadros.

 

17- Todo Maçom está sujeito às Leis e Regulamentos da jurisdição maçônica em que residir, mesmo não sendo membro de qualquer Loja. A falta de filiação já é, em si, uma falta maçônica.

 

18- Por este LANDMARK os candidatos à Iniciação devem ser isentos de defeitos físicos ou mutilações, livres de nascimento e maiores. Uma mulher ou um escravo não pode ingressar na Ordem.

 

19- A crença no Grande Arquiteto do Universo é um dos mais importantes LANDMARK da Ordem. A negação desta crença é impedimento absoluto e insuperável para Iniciação.

 

20- Subsidiariamente a esta crença é exigida a crença na prevalência do espírito sobre a matéria e em uma nova vida.

 

21- É indispensável a existência, no Altar, de um “Livro da Lei” – o Livro que, conforme a crença, se supõem conter a Verdade Revelada pelo G.∙.A.∙.D.∙.U.∙. , Não cuidando a Maçonaria de intervir nas peculiaridades de fé religiosa de seus membros, esses livros podem variar de acordo com os credos.

 

22- Todos os Maçons são absolutamente iguais dentro da Loja, sem distinções de prerrogativas profanas, de privilégios que a sociedade confere. A Maçonaria a todos nivela nas reuniões maçônicas.

 

23- Este LANDMARK prescreve a conservação secreta dos conhecimentos havidos por Iniciação, tanto dos métodos de trabalho como de suas Lendas e Tradições, que só podem ser comunicadas a outros Irmãos. O sigilo dos trabalhos em Loja é perpétuo.

 

24- A fundação de uma ciência especulativa, segundo métodos operativos, o uso simbólico e a explicação dos ditos métodos e dos termos neles empregados, com propósito de ensinamento moral, constitui outro LANDMARK. A preservação da Lenda do Templo de Salomão é o fundamento deste LANDMARK.

 

25- O último LANDMARK é o que afirma a inalterabilidade dos anteriores, nada podendo ser-lhes acrescido ou retirado, nenhuma modificação podendo ser-lhes introduzida. Assim como de nossos antecessores os recebemos, assim os devemos transmitir aos nossos sucessores. 

 

NOLONUM LEGES MUTARI.